Fiz uma seção de fotos no ensaio deles. Ficaram legais as fotos. Esse caras têm futuro.
sábado, 26 de janeiro de 2008
O Album de Fotografias - Raymundo Netto
As cinzas da noite espalhavam em brasa no quarto de Cícera.
Toda a solidão de uma vida oprimida entre suas coxas lhe ardia. A televisão a convidava para comprar uma nova marca de detergente, sabonete e palha de aço. Mas, para viver a sua vida nunca, never more.
Casara cedo, muito jovem e tola. Não conhecia nada da vida. Cria no noivo, experiente e de olhar interessado, penetrante... Acreditava que ele poderia fazê-la a mulher mais feliz do mundo. Não o conseguiu. Teria sido sua culpa?
Há anos, reclusa à vida doméstica: passava, encerava, cozia, pregava botões e cerzia as meias. Em troca de quê? Todos os dias, rádio na cozinha, lamentos sonoros de amor eterno respingados a óleo quente da frigideira, comida no forno, lavagem de cuecas e muita, muita, muita vista grossa...
À tardinha, com almofadas embaixo dos cotovelos, reclinava-se à janela sisuda a comparar a sua vida com a dos passantes. A visão de uma mulher magra e jovem lhe era imperdoável, capaz de estragar até o fim de semana. Roia as unhas.
Revolvia gavetas, revolvia gavetas, procurando nem ela sabia o quê. Chorava nos portais da cozinha. Chorava por detrás das portas. Chorava. Cheirava esmaltes. No banho, perdia horas se ensaboando, se esfregando, catando o surro, sensação de sujeira, muita sujeira. Cuidava das plantas no jardim, matava formigas, caçava baratas, limpava ratoeiras...
Um dia, recebeu um telefonema diferente: seu marido sofrera um grave acidente. Morrera! Solicitavam-na para fazer o reconhecimento do corpo.
Desligou o telefone e poisou-o no console. Não chorou. Não sabia o que pensar. Não sabia o que fazer. Não sabia para onde ir. Não sabia a quem procurar. Não sabia nada de coisa alguma.
Foi ao quarto, ficou de quatro e pegou embaixo da cama uma encadernação vermelha amarrada com uma fita puída. Abriu-a. Era um álbum de fotografias. Pequeno, feito de cartolina, comido por cupins, cada página separada por papel manteiga amarelado. As fotos, à medida que passava as páginas, caíam pesadas. Ela as recompunha. Fitava-as. Não, não as reconhecia, não reconhecia nada e nem ninguém. Sorriu aliviada e gargalhou com uma estranha sensação de liberdade.
Toda a solidão de uma vida oprimida entre suas coxas lhe ardia. A televisão a convidava para comprar uma nova marca de detergente, sabonete e palha de aço. Mas, para viver a sua vida nunca, never more.
Casara cedo, muito jovem e tola. Não conhecia nada da vida. Cria no noivo, experiente e de olhar interessado, penetrante... Acreditava que ele poderia fazê-la a mulher mais feliz do mundo. Não o conseguiu. Teria sido sua culpa?
Há anos, reclusa à vida doméstica: passava, encerava, cozia, pregava botões e cerzia as meias. Em troca de quê? Todos os dias, rádio na cozinha, lamentos sonoros de amor eterno respingados a óleo quente da frigideira, comida no forno, lavagem de cuecas e muita, muita, muita vista grossa...
À tardinha, com almofadas embaixo dos cotovelos, reclinava-se à janela sisuda a comparar a sua vida com a dos passantes. A visão de uma mulher magra e jovem lhe era imperdoável, capaz de estragar até o fim de semana. Roia as unhas.
Revolvia gavetas, revolvia gavetas, procurando nem ela sabia o quê. Chorava nos portais da cozinha. Chorava por detrás das portas. Chorava. Cheirava esmaltes. No banho, perdia horas se ensaboando, se esfregando, catando o surro, sensação de sujeira, muita sujeira. Cuidava das plantas no jardim, matava formigas, caçava baratas, limpava ratoeiras...
Um dia, recebeu um telefonema diferente: seu marido sofrera um grave acidente. Morrera! Solicitavam-na para fazer o reconhecimento do corpo.
Desligou o telefone e poisou-o no console. Não chorou. Não sabia o que pensar. Não sabia o que fazer. Não sabia para onde ir. Não sabia a quem procurar. Não sabia nada de coisa alguma.
Foi ao quarto, ficou de quatro e pegou embaixo da cama uma encadernação vermelha amarrada com uma fita puída. Abriu-a. Era um álbum de fotografias. Pequeno, feito de cartolina, comido por cupins, cada página separada por papel manteiga amarelado. As fotos, à medida que passava as páginas, caíam pesadas. Ela as recompunha. Fitava-as. Não, não as reconhecia, não reconhecia nada e nem ninguém. Sorriu aliviada e gargalhou com uma estranha sensação de liberdade.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Coisas da vida
Sexta-feira, sabe o que eu queria? Queria estar com meu amor.
Namorar a distancia tem seus prós e contras. A coisa legal é que a cada ligação, a cada contato que temos é de pular o coração, parece estranho, mas eu acho mais intenso, tudo mais intenso que o normal. A sensação deliciosa de escutar a voz dela e nos interessamos mais que o normal sobre o nosso dia-a-dia.
Bem, a coisa que não é legal é a saudade. Quando ela dorme, é uma saudade que não dói tanto, é conformada. Quando ela acorda, é uma saudade que dói, mas uma dor (no meu caso) que trás agonia. Eu não consigo chorar, mas eu passo o dia todo com um aperto no coração, sem concentração e sem gosto pra nada, e perco o meu sono.
Hoje foi o dia da saudade acordada.
Mensagem pra ela:
Eu sei que não sou a namorada perfeita, eu sei que sou fria, tenho meu jeito distante de ser, as vezes acho que deveria ser mais romântica, deveria mandar mais mensagens, escrever emails enormes, e deixar de ser uma cold bitch. Mas eu só quero que saiba que não há um dia, um diazinho sequer, seja a saudade dormindo ou acordada, que eu não pense em você e sinta que mesmo longe eu te amo muito, muito mesmo e que você é a mulher da minha vida.
Vamos conseguir amor, eu sei que vamos.
Eu te amo muito.
Namorar a distancia tem seus prós e contras. A coisa legal é que a cada ligação, a cada contato que temos é de pular o coração, parece estranho, mas eu acho mais intenso, tudo mais intenso que o normal. A sensação deliciosa de escutar a voz dela e nos interessamos mais que o normal sobre o nosso dia-a-dia.
Bem, a coisa que não é legal é a saudade. Quando ela dorme, é uma saudade que não dói tanto, é conformada. Quando ela acorda, é uma saudade que dói, mas uma dor (no meu caso) que trás agonia. Eu não consigo chorar, mas eu passo o dia todo com um aperto no coração, sem concentração e sem gosto pra nada, e perco o meu sono.
Hoje foi o dia da saudade acordada.
Mensagem pra ela:
Eu sei que não sou a namorada perfeita, eu sei que sou fria, tenho meu jeito distante de ser, as vezes acho que deveria ser mais romântica, deveria mandar mais mensagens, escrever emails enormes, e deixar de ser uma cold bitch. Mas eu só quero que saiba que não há um dia, um diazinho sequer, seja a saudade dormindo ou acordada, que eu não pense em você e sinta que mesmo longe eu te amo muito, muito mesmo e que você é a mulher da minha vida.
Vamos conseguir amor, eu sei que vamos.
Eu te amo muito.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
domingo, 20 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
Eu não existo sem você - Tom e Vinicius
Eu sei e você sabe
Já que a vida quis assim
Que nada neste mundo
Levará você de mim
Eu sei e você sabe
Que a distância não existe
E todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Pois todo os caminhos
Me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você
Já que a vida quis assim
Que nada neste mundo
Levará você de mim
Eu sei e você sabe
Que a distância não existe
E todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Pois todo os caminhos
Me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Só tinha de ser com você - Elis Regina
É,
Só eu sei
Quanto amor
Eu guardei
Sem saber
Que era só
Pra você.
É, só tinha de ser com você,
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que a gente não vê,
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim
Só eu sei
Quanto amor
Eu guardei
Sem saber
Que era só
Pra você.
É, só tinha de ser com você,
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que a gente não vê,
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Eu estou viva!
Primeiro post do ano. Nossa, praticamente abandonei esse blog. Não tenho tido cabeça pra escrever apesar de muita coisa ter acontecido.
Pois é, minha familia do Brasil chegou dia 26, encontrei com um amigo que mora nos EUA também, Dario. Deixei o povo no hotel e fui andar pra tomar uma cerveja com ele e mostrar a cidade. Estava frio pra caralho e nevando.
Aí, dia 27 saímos pra Maastricht, na Holanda. Ficamos uma noite, e dia 28 fomos pra Paris, voltamos ontem dia 31. Paris foi maravilhoso, a cidade mais linda que eu ja visitei na minha vida. A energia, a beleza e coisa e tal, são fodas. Eu com certeza vou voltar, pena que só foram 3 dias. Não deu pra ver tudo, é muita coisa, muuuuuuuita mesmo, acho que precisa de no minimo uma semana pra sacar tudo detalhadamente, tipo entrar em catedral, predios e tal. A gente só viu tudo por fora mesmo.
Na volta a gente parou na Euro Disney, que é a maior merda, pequena demais e poucos brinquedos. Além de você passar 1 hora na fila de cada brinquedo. Acho que no dia todo eu só andei em uns 4.
Estou agora em Maastricht e já já vamos pra Bruxelas na Belgica, fica a uma hora daqui. Amanhã vamos para Amsterdã e depois voltamos para Alemanha indo pra Eschweiler tomar um chá com minha primeira hostfamily, os Klucks, e eu fico por lá depois pego um trêm e vou para Frankfurt, enquanto isso, minha família vai pra Koblenz visitar Nora (a alemã que morou conosco por um ano), eu chego dia 3 em Frankfurt e eles dia 4. Por que? Dia 3 está reservado para a minha despedida, beber com amigos e dia 4, que eles voltam, é o jantar na casa da minha atual hostfamily, os Marchand. E dia 5 eu pego o vôo para São Paulo, chegando dia 6 as 7:30 am em Guarulhos.
Então, é isso. Já já vejo o meu amor (nossa, nem acredito 5 dias!)
Por fim, Feliz ano novo!
Pois é, minha familia do Brasil chegou dia 26, encontrei com um amigo que mora nos EUA também, Dario. Deixei o povo no hotel e fui andar pra tomar uma cerveja com ele e mostrar a cidade. Estava frio pra caralho e nevando.
Aí, dia 27 saímos pra Maastricht, na Holanda. Ficamos uma noite, e dia 28 fomos pra Paris, voltamos ontem dia 31. Paris foi maravilhoso, a cidade mais linda que eu ja visitei na minha vida. A energia, a beleza e coisa e tal, são fodas. Eu com certeza vou voltar, pena que só foram 3 dias. Não deu pra ver tudo, é muita coisa, muuuuuuuita mesmo, acho que precisa de no minimo uma semana pra sacar tudo detalhadamente, tipo entrar em catedral, predios e tal. A gente só viu tudo por fora mesmo.
Na volta a gente parou na Euro Disney, que é a maior merda, pequena demais e poucos brinquedos. Além de você passar 1 hora na fila de cada brinquedo. Acho que no dia todo eu só andei em uns 4.Estou agora em Maastricht e já já vamos pra Bruxelas na Belgica, fica a uma hora daqui. Amanhã vamos para Amsterdã e depois voltamos para Alemanha indo pra Eschweiler tomar um chá com minha primeira hostfamily, os Klucks, e eu fico por lá depois pego um trêm e vou para Frankfurt, enquanto isso, minha família vai pra Koblenz visitar Nora (a alemã que morou conosco por um ano), eu chego dia 3 em Frankfurt e eles dia 4. Por que? Dia 3 está reservado para a minha despedida, beber com amigos e dia 4, que eles voltam, é o jantar na casa da minha atual hostfamily, os Marchand. E dia 5 eu pego o vôo para São Paulo, chegando dia 6 as 7:30 am em Guarulhos.
Então, é isso. Já já vejo o meu amor (nossa, nem acredito 5 dias!)
Por fim, Feliz ano novo!
sábado, 29 de dezembro de 2007
Let it be.
Essa semana eu tenho acordado com pressentimentos ruins. Hoje foi o pior deles. Sabe quando você acorda e tem certeza que há algo errado, que estão lhe fazendo de idiota, não estão contando 100% a verdade?
Tem alguém me ocultando algo.
Eu só quero que isso passe logo.
Tem alguém me ocultando algo.
Eu só quero que isso passe logo.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Conversa cabeça com meu pai.
Miguel Bourbon diz:
Vou te dar o novo numero de celular da sua mãe, ela está levando pra viagem.
Rachel diz:
Não vai funcionar papi.
Miguel Bourbon diz:
Vai sim
Rachel diz:
nao vai.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
nao vai.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
nao vai.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
nao vai.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
ta certo. vai super funcionar mesmo.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
vai sim.
Miguel Bourbon diz:
ta achando que é brincadeira?
Rachel diz:
eu não.
Miguel Bourbon diz:
pois vai funcionar sim
Rachel diz:
nao vai, digo, vai sim, super.
Vou te dar o novo numero de celular da sua mãe, ela está levando pra viagem.
Rachel diz:
Não vai funcionar papi.
Miguel Bourbon diz:
Vai sim
Rachel diz:
nao vai.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
nao vai.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
nao vai.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
nao vai.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
ta certo. vai super funcionar mesmo.
Miguel Bourbon diz:
vai sim
Rachel diz:
vai sim.
Miguel Bourbon diz:
ta achando que é brincadeira?
Rachel diz:
eu não.
Miguel Bourbon diz:
pois vai funcionar sim
Rachel diz:
nao vai, digo, vai sim, super.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
domingo, 16 de dezembro de 2007
Ináh Ribeiro...
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
George Carlin - Religião é besteira.
[...] Mas no "departamento besteirol" um homem de negócios jamais se compara a um membro do clero. Porque, verdade seja dita, pessoal, convenhamos, quando o assunto é besteira... besteira de verdade, profissional mesmo, classe 'A', deve-se tirar o chapeu em admiração para a grande campeã de falsas promessas e declarações exageradas: A Religião. Sem dúvidas. Sem sombra de dúvida. Na religião se encontra o maior papo-furado já dito na história. Imagine só: A religião chegou a convencer as pessoas de que existe um homem-invisível, morando no céu, que vê tudo o que você faz, todo dia, a todo instante. E o "homem-invisível" tem uma lista especial de dez coisas que ele não quer que você faça e se você fizer qualquer uma dessas dez coisas ele tem um lugar especial cheio de fogo, fumaça, ardor, tortura e angústia para onde ele te envia para sofrer e se queimar e se sufocar e gritar e chorar para todo o sempre até o fim dos tempos.
Mas ele te ama...
Ele te ama e precisa de dinheiro. Ele sempre precisa de dinheiro. Ele é o todo-poderoso, todo perfeito, sabe tudo. Mas por alguma razão, não sabe administrar! A religião arrecada bilhões de dólares, eles não pagam impostos, e eles sempre querem um pouco mais.
Nem um dia - Djavan
Um dia frio
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide
Longe da felicidade e todas as suas luzes
Te desejo como ao ar
Mais que tudo
És manhã na natureza das flores
Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você
E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris
Um dia frio
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide
Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você
E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris
Amor, eu lembro de você quando escuto Djavan.
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide
Longe da felicidade e todas as suas luzes
Te desejo como ao ar
Mais que tudo
És manhã na natureza das flores
Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você
E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris
Um dia frio
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide
Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você
E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris
Amor, eu lembro de você quando escuto Djavan.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Stay in the shade - Jose González
Stay in the shade
until you reach the grave
Hide from yourself
and see how you fade
You'll see how you fade
Love moves on
Life goes on
And while you don't
you'll stand all alone
You'll see how you fade
You'll see how you fade
You'll see how you fade
moves on
You'll see how you fade
moves on
until you reach the grave
Hide from yourself
and see how you fade
You'll see how you fade
Love moves on
Life goes on
And while you don't
you'll stand all alone
You'll see how you fade
You'll see how you fade
You'll see how you fade
moves on
You'll see how you fade
moves on
I got elfed.
Super viciante. Pra assistir minhas irmãs e eu dançando sincronizadamente:http://www.elfyourself.com/?id=1158544476
E aqui, eu e meu amor, rs
http://www.elfyourself.com/?id=1158614360
Ai gente, eu sei, eu não tenho o que fazer mesmo!
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